Categoria E-commerce no Brasil

E-Commerce fará o dia do frete grátis

E-Commerce fará o dia do frete grátis
A data segue uma tradição norte-americana e estima trazer um aumento de 30% nas vendas online.

 

            Neste mês, algo que muitos consumidores esperavam irá, finalmente, tornar-se realidade. O site de cupons Busca Descontos, que é responsável pelas versões brasileiras do Black Friday e Boxing Day, fará no próximo dia 12 de abril o dia do frete grátis no comércio eletrônico.

Trata-se de uma tradição norte-americana onde cerca de 2.300 sites vendem seus produtos sem cobrar a taxa de entrega durante o dia, que lá é chamado de Free Shipping Day. A data será adaptada para mais de 30 sites de compras aqui no Brasil, dentre eles Magazine Luiza, Netshoes e Saraiva. Isso, logicamente sem acoplar o preço do desconto no valor dos produtos. Os investimentos dessa data especial chegaram, no ultimo ano, à cerca de 1,07 bilhões de dólares nos EUA.

Segundo pesquisas, frete grátis é o que mais atrai o consumidor na hora da compra online. Reservar uma data apenas para isso aqui no Brasil gerou uma expectativa de 30% de aumento nas vendas comparadas com um dia normal.

É importante ressaltar que as próprias lojas virtuais estão liberadas a escolher aonde o frete grátis será aplicado. Elas que irão estipular quais regiões e quais produtos serão isentos da taxa de entrega, entretanto, o intuito delas é atingir uma grande área, tanto regional quanto no número de produtos. O site Wallmart, por exemplo, terá 95% da loja sem cobrança de frete.

Tudo isso significa apenas uma coisa: um passo a mais que o e-commerce brasileiro dá para conquistar uma relação mais madura e fiel ao seu consumidor. Alem de ser uma credibilidade significativa que nosso mercado eletrônico adquire, também é uma estratégia inteligente de se lançar um evento específico em meio a este considerável crescimento que a área de vendas online vem apresentando com o passar de cada dia.

 

Fonte: IDG Now e Veja.com

Leia Mais

Eleito Novo Corpo Diretivo da APADi para exercício 2012/2013

Eleito Novo Corpo Diretivo da APADi para exercício 2012/2013

Foco do ano será na gestão empresarial para agências digitais, desenvolvimento do mercado e capacitação

A APADi - Associação Paulista de Agências Digitais – acaba de eleger o novo Corpo Diretivo para o exercício de abril de 2012 à março de 2013. Cláudio Coelho, da agências Nocaute e Blog Content, foi reeleito presidente e Cristiano Calamonaci, da agência Tino Comunicação, continuará como vice-presidente da entidade. Alexandre Suguimoto, da ZAW Comunicação Digital, será o tesoureiro e Bernardo Castello Branco, da Casulo, será o vice-tesoureiro. Ainda, a APADi conta com uma Diretoria composta por oito empresários do meio digital. São eles: André Campelo, da XY2, Daltro Martins, da AG2 Publicis, Roberto Calderón, da Futurelab, Fernando Viberti, da Conteúdo Online, Marcelo Abdo, da Agência PIC, Mário Soma, da Pólvora!, Samuel Leite, da Digitale e Valdiney Viçossi, da VM2.

Para este ano, o novo Corpo Diretivo terá como principal foco oferecer suporte para gestão empresarial dos associados. “A gestão é a chave do sucesso para o empreendedor do mercado digital. As agências digitais geralmente são constituídas pela união de um excelente criador com um profissional da área técnica, ambos sem experiência em gestão empresarial”, afirma o presidente Cláudio Coelho.

Além da gestão empresarial, a APADi pretende continuar a promover o aculturamento do meio digital, auxiliar na formação de mão de obra qualificada,  fomentar o desenvolvimento do setor e atuar fortemente no estabelecimento de parâmetros para este mercado, sejam estes relativos a preços, serviços, padrões de qualidade e atendimento, entre outros.

Sobre a APADi 

Fundada em 2005, a APADi é uma entidade sem fins lucrativos que tem a missão de representar os interesses das Agências Digitais Paulistas e trabalhar pelo desenvolvimento, normatização, consolidação, aculturamento e profissionalização do mercado corporativo de comunicação digital.

Atualmente possui mais de 100 associados e colaboradores e reúne profissionais especializados em temas tais como Criação e Design de websites, hotsites, portais, Mídias Sociais (Blogs, Negócios no Facebook e Twitter, entre outros), E-Commerce, Social Commerce, Mobilidade, Links Patrocinados, Rede Display e SEO, Gestão Empresarial no Mundo Digital e Mídia Digital.

Mais informações sobre a APADi visite www.apadi.com.br.

Mais informações para a Imprensa

Stefani Comunicação Corporativa

Gil Stefani – gilstefani@uol.com.br// @gilstefani

0055 – 11 3476-8781// 11 87641099

Leia Mais

Perspectiva de crescimento da internet deixa empreendedores otimistas

Perspectiva de crescimento da internet deixa empreendedores otimistas

SÃO PAULO – Os empreendedores  latino-americanos estão otimistas com a perspectiva de crescimento da internet nos próximos anos. Ao menos é isso o que revela uma pesquisa realizada pela Nielsen Company, divulgada na última semana.

De acordo com o estudo, que consultou duas mil pessoas do Brasil, Argentina, Venezuela, Colômbia e México, 93% dos entrevistados acreditam que a internet crescerá mais de 35% até dezembro.

Conforme os dados publicados pela Agência Sebrae, os brasileiros são os mais otimistas: 97% dos consultados esperam um crescimento de quase 40%. O melhor é que esse avanço nos números tem motivo.

Mais computadores
Entre os entrevistados, 58% deles consideram o aumento do número de computadores, o acesso à internet e a disponibilidade de lugares com Wi-Fi como os principais reponsáveis por tal perspectiva otimista.

“Nos próximos cinco anos, as vendas do comércio eletrônico deverão aumentar de 25% e 30% por ano”, disse Stelleo Tolda, presidente do Mercado Livre, empresa que encomendou a pesquisa.

E essa expectativa é reforçada pelo levantamento: para 70% dos empreendedores brasileiros, haverá uma elevação do consumo em 2012.

Outros países
Na Colômbia, 67% dos entrevistados também acreditam no aumento das vendas pela internet. Já na Venezuela, México e Argentina os percentuais são menores, de 61%, 52% e 39%, respectivamente. Ainda segundo a Agência Sebrae, a maior preocupação dos argentinos é com o aumento dos preços (69%) e com a redução do consumo (50%).

*fonte: http://www.infomoney.com.br

Leia Mais

Código de Defesa do Consumidor agora inclui e-commerce

Código de Defesa do Consumidor agora inclui e-commerce

Desde 2010, a comissão formada pelo presidente do Senado trabalhava na atualização do CDC (Código de Defesa do Consumidor), que completava 20 anos. A adequação da legislação de proteção ao consumidor aborda agora o comércio eletrônico. A entrega solene do relatório final e anteprojetos de atualização do CDC para o presidente do Senado, José Sarney, está programada para hoje (14).

A comissão composta por juristas realizou 37 audiências públicas com senadores, procuradores da República e organismos de defesa do consumidor. A adequação envolve – além do e-commerce – endividamento, oferta de crédito e decisões judiciais coletivas.

Na área de comércio eletrônico, destacam-se as seguintes propostas:

1) Criação de uma nova seção no CDC para cuidar do comércio eletrônico, assegurando que as informações sobre a identificação do fornecedor, inclusive endereço geográfico, sejam disponibilizadas em destaque e com fácil visualização, assim como o direito de receber confirmação da transação e corrigir eventuais erros na contratação a distância;

2) Veda-se ao fornecedor de produtos e serviços o envio de spam e mensagens eletrônicas não solicitadas a consumidores com os quais não possua relação de consumo prévia, ou que manifestaram sua recusa diretamente ou em cadastros de bloqueio;

3) Reforça e facilita o direito de arrependimento em sete dias do contrato a distância;

4) Inclui a pena de suspensão e proibição de utilizar o comércio eletrônico a fornecedor que for reincidente em práticas abusivas contra consumidores. E, se o fornecedor descumprir a pena, permite que o juiz determine o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do repasse de pagamentos e transferências financeiras como forma de compelir o cumprimento.

A comissão é presidida pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Herman Benjamin. Também compõem a comissão a coordenadora do Observatório do Crédito do Superendividamento do Consumidor, Cláudia Lima Marques, e a professora de Direito Processual Penal Ada Pellegrini Grinover. O promotor de Justiça de Defesa do Consumidor Leonardo Roscoe Bessa, o diretor da Revista de Direito do Consumidor, Roberto Augusto Pfeiffer, e o desembargador Kazuo Watanabe completam a comissão.

*fonte: http://www12.senado.gov.br

Leia Mais

VTEX marca presença na maior feira de negócios online da Espanha

VTEX marca presença na maior feira de negócios online da Espanha

Co-CEO da empresa, Mariano Gomide de Faria, irá palestrar sobre o potencial do e-commerce brasileiro. Evento acontece em Barcelona, nos dias 14 e 15 de março

Com a missão de movimentar temas e reunir profissionais de e-commerce, marketing online, hosting & cloud e social media, acontece o eSHOW Barcelona, a maior feira de negócios online da Espanha. O evento ocorre entre os dias 14 e 15 de março.

O encontro contará com mais de 100 expositores, cinco auditórios de palestras, salas de workshops. Além da expectativa de receber mais de 12 mil profissionais dos segmentos.

No dia 15 de março, para abordar o potencial do mercado brasileiro de e-commerce, o Co-CEO da VTEX, empresa líder no desenvolvimento de tecnologia para comércio eletrônico, Mariano Gomide de Faria, irá falar sobre os mais de 20 milhões de e-consumidores do país e as oportunidades de mercado.

O e-commerce brasileiro representa 61% de todo o volume de negócios de tecnologia em e-commerce na América Latina, muito à frente do México, segundo colocado, que detém 12% dos negócios na região, e do Chile, em terceiro, que apresenta apenas 5%.

Para mais informações, acesse: http://www.the-eshow.com/barcelona/

Leia Mais

E-Commerce já é mais forte que Shoppings em São Paulo

O comércio eletrônico faturou R$ 7,8 bilhões no Brasil no primeiro semestre de 2010, uma alta de 41,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados elevam o e-commerce a um novo patamar de importância, já que ele ultrapassa as vendas dos shopping centers da Grande São Paulo.

Vale destacar que a base de comparação envolve diferentes geografias, pois os dados são nacionais para o comércio eletrônico e apenas da Grande São Paulo para shoppings. Se considerada apenas a região metropolitana para o e-commerce, o número cai para R$ 1,25 bilhão, o que não deixa de ser uma alta expressiva de quase 30% em relação ao ano passado.

A pesquisa foi desenvolvida pela Fecomercio em parceria com a empresa E-Bit.

O estudo mostrou ainda que o faturamento total do varejo na Grande São Paulo chegou a R$ 55,62 bilhões no semestre, uma expansão de 10% na comparação com o mesmo período de 2009. A expectativa é que até o final do ano, a alta seja de 7% nesta comparação, sendo 6,6% no varejo tradicional e 25% no eletrônico.

“O comércio eletrônico deverá crescer na base de 30% ao ano e, se isso ocorrer mesmo, as vendas desse segmento devem superar as de lojas de departamento e de móveis e decoração nos próximos dois anos”, analisou em comunicado Antonio Carlos Borges, diretor executivo da Fecomercio.

O comércio eletrônico é atualmente a nova força do varejo paulista. O ranking é liderado por Supermercados (34,1% do mercado), seguido por Comércio Automotivo (17,5%), Lojas de Vestuário, Tecidos e Calçados (12,5%), Lojas de Material de Construção (8,8%), Lojas de Eletrodomésticos e Eletroeletrônicos (8%), Farmácias e Perfumarias (7,9%), Lojas de Departamentos (5%), Lojas de Móveis e Decorações (3,9% )e Comércio Eletrônico (2,3%).

Fonte – mmonline

Leia Mais

Pukis na 4ª edição do ProXXIma Pocket

Os pioneiros do comércio eletrônico brasileiro ainda são protagonistas, prova disso foi a 4ª edição do ProXXIma Pocket, realizada na segunda feira, dia 20. O evento reuniu nomes como Pedro Guasti, diretor geral do E-Bit, Romero Rodrigues, fundados do Buscapé e Emílio Maciel, diretor comercial do Groupon, que estavam lá para discutir o atual estágio da evolução deste tipo de negócios no País e também sobre os rumos que devem ser tomados para a democratização da internet. O debate “Comércio eletrônico e as classes CD” teve a moderação de Pry Marcondes, diretor do ProXXIma, patrocínio do RPC, que edita a Gazeta do Povo e da AG2 Publicis Modem. Todos os palestrantes tiveram papel fundamental nos primórdios da internet brasileira na segunda metade dos anos 90.

Rodrigues lembrou dos tempos que estudava engenharia elétrica e sofria para comparar prelos no varejo tanto offline quanto online. Ninguém passava preço por telefone e na internet nenhuma ferramenta oferecia isso. Era uma grande oportunidade”, diz. O Buscapé começou a funcionar em 1999 com 35 lojas cadastradas, sobreviveu a crises e consolidou-se em 2002 graças a novos investimentos.

Pedro Guasti contou que o E-Bit começou com uma equipe de apenas cinco funcionários e apenas 19 lojas fornecendo os dados de e-commerce para o site que pretendida medir o volume de negócios e a qualidade dos serviços no comércio eletrônico brasileiro. O sistema hoje registra 24 milhões de brasileiros que compram nos 2,6 mil sites de e-commerce cadastrados, com faturamento estimado para R$ 14, 3 bilhões este ano, 35% a mais que em 2009. No primeiro semestre, a cifra ficou em R$ 6,7 bilhões, incremento de 24% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Maciel, por sua vez, representa um dos mais novos players globais no país, o Groupon, com foco em compras coletivas e que desembarcou em junho no Brasil através da aquisição da City Deal. Em apenas três meses de atuação no Brasil, o site já tem 700 mil usuários cadastrados mas o diretor comercial reconhece que menos de 20% do total já efetua compras. “A maioria ainda só pesquisa”, conta.

A presença das classes CD no varejo online ainda está longe de ter a mesma força apresentada hoje no mundo offline. O desafio de todos ainda é vencer a resistência da maior parcela dos internautas brasileiros em fazer compras online com confiança. Nesse sentido, há um grande espírito de colaboração entre todos os players. “Não considero concorrentes enquanto não tivermos dois terços dos brasileiros comprando o online”, resume Romero, lembrando do rigor no cadastro das lojas online. “Se não for feita a entrega, na cabeça do consumidor o culpado terá sido o Buscapé. Temos essa responsabilidade”, afirma. Outro passo importante nesse sentido, aponta Guasti, são as facilidades no parcelamento oferecidas pelas operadoras de cartões de crédito. “Hoje grande parte oferece pagamentos em até 12 vezes sem juros e até mesmo em cartões diferentes”, diz.

A Pukis foi representada no evento pelo sócio Thiago Sarraf, que completa: “O Evento foi de alta qualidade e organização! Tivemos a oportunidade antes de começar o keynote de conversar com os convidados Romero Rodrigues, Pedro Guasti e com um dos organizadores Pyr Marcondes que ministrou o bate papo. Falamos de mercado, e do principal evento de Ecommerce o Shop.Org, onde a Pukis estará presente junto com as “cabeças” do Ecommerce Brasileiro.”

Veja o vídeo da ProXXIma Pocket:

fonte – M&M Online

Leia Mais

Falta mão de obra na área digital

Os números do Projeto Inter-Meios mostram que a internet é o meio que mais cresce seu faturamento publicitário no Brasil nos últimos anos. No primeiro semestre de 2010, o salto foi de 36,7% frente ao mesmo período do ano passado, totalizando R$ 539,2 milhões, o que lhe dá uma fatia de 4,3% do bolo nacional. As perspectivas para o futuro nem de longe passam por queda ou estabilidade, uma vez que o amadurecimento da internet vem atraindo novos anunciantes e verbas cada vez mais robustas daqueles que já têm como prática a utilização do meio.

Ao mesmo tempo em que esse cenário é celebrado, porém, um problema assola o mercado digital: a escassez de profissionais que dominem ou estejam comprometidos em desbravar o universo da publicidade online. Segundo Luciana Bastos, diretora da área voltada ao recrutamento digital da The Talent Business, os problemas para contratação estão em todas as disciplinas e abrangem os mais variados níveis de experiência, sendo que os cargos que exigem maior maturidade apresentam demanda mais latente.

“Capacidade de liderança e habilidade para gerenciamento de conflitos são algumas das características cada vez mais necessárias e mais difíceis de serem reunidas em um profissional”, comenta. “Isso se deve em parte ao aumento no número de funcionários mais novos contratados para suprir a demanda imediata das agências”, explica.

Apesar disso, Luciana vê como positivo e inevitável o aumento de jovens profissionais na cadeia digital. Para ela, é preciso apenas que as agências e outros empregadores passem a investir pesado em capacitação para formar líderes no médio prazo. Sua opinião é compartilhada por César Paz, presidente da Associação Brasileira das Agências Digitais (Abradi) e da AG2 Publicis Modem.

Segundo ele, se não for feito um trabalho de base com esses jovens talentos, muito em breve os salários pagos a pessoas sem a experiência desejada chegarão a níveis tão absurdos a ponto de encarecerem os serviços prestados e prejudicarem o desenvolvimento sustentável do setor. “As agências digitais crescem, em média, 30% ao ano. Não há desemprego nesse setor, sendo que qualquer agência de médio porte tem entre 10 e 15 vagas em aberto. Nesse cenário, a rotatividade é inevitável e alterá-lo exige menos apelo salarial e mais propostas diferenciadas de projetos e desafios”, acredita Paz.

Para Vinícius Reis, CEO da Euro RSCG 4D Brasil, a falta de equilíbrio entre competência e salário vem se tornando o grande desafio para a ampliação de sua equipe. “Carrego comigo a pesquisa da Abradi sobre cargos e salários para ter coerência na hora de contratar. O problema é que, com frequência, não consigo me distanciar dos valores máximos impressos no levantamento”, conta. “Trata-se de um círculo vicioso em que os seniores são muito valorizados e escassos, o que acaba encarecendo toda a cadeia com profissionais intermediários e juniores. Isso acarreta em uma dificuldade até mesmo para recrutar gente nova e formar mão de obra”, acrescenta Reis.

Sobram oportunidades

Arquitetos de informação, programadores, gerentes de projetos, analistas de search marketing. Para todos esses cargos existem demandas não atendidas. No entanto, entre os inúmeros postos que sofrem com carência de mão de obra especializada, a bola da vez no mundo online é o profissional dedicado ao planejamento.

“Uma pessoa capaz de pensar a comunicação de maneira estratégica mesclando visões dos mundos on e off-line, mas tratando o digital como centro da comunicação está muito difícil de encontrar. Além disso, o mercado digital precisa cada vez mais de profissionais apaixonados pelos problemas do cliente e que estejam preparados para pensarem suas carreiras no médio prazo”, acredita Fabiano Coura, diretor de planejamento da R/GA.

Para o executivo, existe ainda uma quantidade razoável de profissionais empregados e não satisfeitos com o que fazem. “Encontrar essas pessoas que, no geral, são movidas pelo desafio e pela vontade de fazer o mercado evoluir pode ser uma fórmula de sucesso diante desse cenário”, afirma.

Outra agência de renome internacional recém-chegada ao mercado nacional, a Razorfish está em constante processo de busca por mão de obra. Para Fernando Tassinari, diretor geral da operação brasileira, porém, as dificuldades em encontrar profissionais ainda não têm sido alarmante a ponto de fazer a “roda travar”. “Fazemos as escolhas muito baseadas em indicação. Claro que os processos de recrutamento não são rápidos e precisam ser bem pensados, mas estamos também dispostos a desenvolver os talentos que aparecem”, conta Tassinari.

De acordo com Ari Meneghini, diretor executivo do IAB Brasil, todos os dias a entidade recebe ligações de pessoas em busca de recomendações para vagas em aberto. Há também uma grande quantidade de executivos empregados em busca de novos desafios. Tendo isso em vista, o IAB trabalha em uma ferramenta para fazer a ponte entre candidatos e empregadores funcionando como um banco de currículos do setor.

“Anunciantes também estão em busca de pessoas para fazerem a interface com as agências digitais e que entendam o mercado. Isso também vem aumentando a concorrência por talentos”, comenta Meneghini. “É por isso que essa gestão tem como prioridade as parcerias com escolas e universidades como forma de auxiliar na formação de mão de obra”, coloca.

(via M&MDigital)

Leia Mais

Pukis – A vez da Geração Z

Muito já se falou sobre a geração Y. Agora chegou a vez da Z. Formado por crianças e adolescentes – futuros consumidores – esse grupo já desenha algumas tendências que devem despertar a atenção do mercado. Mantendo algumas características dos jovens da Y, a Z aparece cada vez mais preocupada com a sustentabilidade e disposta a não pagar por produtos e serviços que podem ser encontrados gratuitamente na internet.

O conceito de gerações, antes muito utilizado pela área de recursos humanos, ganha importância também no mercado. Mesmo não sendo possível rotular pessoas apenas de acordo com a sua faixa etária, a definição pode facilitar o conhecimento e o desenvolvimento da estratégia das empresas. Semelhantes à Y, a Geração Z também é inquieta, menos fiel às marcas e acostumada a fazer tarefas múltiplas. A diferença, no entanto, é que a nova geração tem todas as características de forma mais acentuada, pois se desenvolveu junto com os avanços tecnológicos mais recentes.

“A geração Z já nasceu com o joystick, o controle remoto e o celular no berço, enquanto a Y viu isso acontecer. Se a Y quer as coisas rápidas, a Z muito mais, ela não sabe o que é o mundo sem tecnologia”, aponta Paulo Carramenha, Diretor Presidente da GFK CR Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Consumidor menos previsível
Em relação à idade, a geração Y é formada por jovens de 20 a 30 anos e a Z por crianças e adolescentes de até 17 anos, enquanto a X é composta por adultos de 30 a 45 anos. Em sua maioria, a X nasceu após acontecimentos como a chegada do homem à lua e viu surgir o videocassete e o computador pessoal, mas passou por um momento de instabilidade financeira, o que não aconteceu com os jovens da Y, muito mais inseridos no mercado de consumo.

A Y, além de ter se desenvolvido numa época de prosperidade econômica, também testemunhou grandes avanços tecnológicos, como a internet, o que fez com que crescessem estimulados por atividades e realizando tarefas múltiplas. As características, entretanto, não são suficientes para definir um grupo de pessoas, que sofrem diversas influências sociais, culturais e econômicas que acabam por refletir no comportamento.

“Cada vez mais fica claro que o consumidor é menos previsível do que era no passado. Estamos tentando entender o tempo todo o que mudou. Antes de serem de gerações diferentes, esses consumidores são também pessoas, com necessidades, expectativas e valores que vão além da idade ou do ano de nascimento”, diz Carramenha.

Jovens não querem pagar por conteúdo

Cabe ao Marketing, então, selecionar segmentos de pessoas que tenham um comportamento de consumo semelhante. “As gerações estão ficando cada vez mais próximas. Se eu falar da X, por exemplo, sempre existiu um pé atrás em relação à compra pela internet. Mas com o desenvolvimento do serviço, hoje essas pessoas estão mais confiantes na hora de comprar”, explica Ana Barbieri, Professora do curso “Cultura Jovem: as gerações X, Y e Z”, do CIC ESPM – Centro de Inovação e Criatividade.

Para as empresas é essencial entender uma característica fundamental da geração Y e, principalmente, da Z: eles querem pagar cada vez menos por produtos e conteúdo. Fazer downloads gratuitos de músicas, filmes e livros é um hábito comum a esses consumidores, que não pagam por isso com a mesma frequência que a geração X.

“O que eles mais compram são produtos relacionados à moda e à tecnologia, especialmente celular. Além disso, apesar dos jovens da geração Z ainda não estarem inseridos no mercado de consumo, eles influenciam os pais na hora da compra, fazem pesquisa na internet e vão à loja física”, aponta Ana.

Conexão com os jovens de espírito

A marca que surgiu há oito anos conta hoje com investimentos em música, moda, esportes e cultura. Um dos canais mais fortes da empresa é a Oi FM. A rádio presente em 10 cidades é um dos principais exemplos de como a operadora de telefonia consegue se conectar aos jovens e fortalecer sua marca entre consumidores, sem esquecer dos prospects.

“A Oi surgiu com a preocupação de ser uma marca voltada para pessoas de espírito jovem. Essa forma de comunicar visa definir a identidade da marca. Medimos o sucesso da Oi a partir da relação emocional que as pessoas têm com ela”, diz Flavia da Justa, Diretora de Comunicação de Mercado da Oi.

O foco da Oi nos “jovens de espírito” prova que, muito mais do que uma divisão por faixa etária, é necessário entender os consumidores e seus estilos de vida. “As pessoas querem continuar jovens. As marcas devem trabalhar os estilos de vida. Hoje não há uma grande massa para que as empresas falem tudo igual. Não dá para dizer que uma pessoa de 30 anos seja muito diferente de uma de 25”, acredita Ana.

Entender as diferenças entre as gerações ajuda na construção da estratégia das empresas, mas não se pode deixar de lado o perfil de cada consumidor. “O mais importante é perceber que, independentemente de idade e geração, os consumidores são pessoas. As marcas se relacionam com seres humanos”, aponta o executivo da GFK.

Fonte – Mundo do Marketing

Leia Mais

Pukis – Lojas do Bom Retiro entram no E-Commerce

Nada de metrô lotado, sacolas pesadas nas mãos, congestionamento nas calçadas estreitas do Bom Retiro, em São Paulo, ou receio de assalto no trajeto para casa. Boa parte das peças à mostra nas vitrines da rua José Paulino e das vielas das redondezas, tradicional reduto de comércio de roupas e acessórios, pode ser vista da telinha do computador e comprada pela internet.

É a face no século 21 de um bairro que recebe 70 mil pessoas por dia, número que chega a dobrar na época do Natal. Segundo a Câmara de Lojistas do Bom Retiro, 30% dos 1.200 comerciantes da região já criaram suas lojas virtuais. “Roupas e sapatos, compro pessoalmente. Mas produtos que não precisam de prova, como os jogos de cama, mesa e banho, adquiro pela internet”, conta a coordenadora administrativa Adriana Fernandez de Souza, 37, moradora do bairro de Itaquera, zona leste. “Além de ser mais prático, economizo o que iria gastar de condução.”

No último ano, Adriana acessou oito vezes a internet para consumir em lojas do Bom Retiro. Sua maior compra on-line foi de R$ 500 na PortCasa, que ganhou versão virtual há um ano e meio, quatro meses depois da inauguração do prédio na rua da Graça, paralela à José Paulino.

“É como se o cliente estivesse comprando no Bom Retiro, só que por meio de um clique, de qualquer lugar, a qualquer momento”, afirma Natan Sztamfater, diretor da PortCasa.

A loja virtual recebe cerca de 320 mil acessos mensais. Cada visitante navega por 11 páginas em seis minutos e o faturamento já corresponde a 50% do registrado pelo endereço físico.

“Em época de crise, as empresas estão buscando alternativas para aumentar o faturamento e o comércio eletrônico é uma boa opção”, diz Pedro Guasti, diretor da e- bit, consultoria que atua no setor de e-commerce nacional. “Enquanto o varejo tradicional não tem expectativa de crescimento neste ano, o comércio virtual deve crescer de 20 a 25%. O faturamento deve chegar aos R$ 10 bilhões em 2009.”

Na mira dos lojistas estão paulistanos que economizam as saídas de casa em nome da praticidade e sacoleiros de todo o Brasil, incentivados a trocar as longas viagens pelas transações via internet.

“Minha estratégia foi atender esse cliente que vinha de longe”, diz Nivaldo Ferreira Junior, dono do BiroShop e vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro. “Em vez de ele gastar com comida e passagem, pode consumir mais em produtos. Compra hoje e amanhã está tudo na transportadora.”

Nos primeiros meses, o site do negócio de bolsas e cintos recebia 200 visitas ao mês. Hoje, um ano depois, são mil acessos diários. Não é de uma hora para a outra que a clientela se torna adepta do comércio eletrônico.

Para conseguir atrair e manter esse público, a primeira premissa é garantir segurança ao consumidor. Para isso, não adianta só colocar o site no ar, é preciso ter uma estrutura por trás do ambiente virtual que mostre que o empreendimento trabalha com seriedade.

Só na PortCasa, que fatura R$ 600 mil por mês, dez pessoas atuam no call center. Não se trata de um serviço de vendas pelo telefone, mas, sim, um apoio à clientela que ainda não está habituada às compras on-line.

O estoque merece atenção. Com o aumento das vendas, é preciso prever uma quantidade de produtos destinados só aos clientes virtuais, que na hora da compra devem ser informados sobre o prazo de entrega. “Tenho um estoque específico para o site”, diz Nivaldo, do BiroShop. “Trato como uma loja à parte.”

O lojista investiu R$ 40 mil para montar a loja virtual, somados os gastos com equipamentos e software. Por trás da telinha trabalham 17 funcionários: 12 no call center, 2 separando as encomendas e 3 produzindo fotos dos novos produtos para que o site seja atualizado todos os dias. “Economizo. Uma luva [ponto comercial] custa cerca de U$$ 200 mil [R$ 400 mil] por quatro anos. Um aluguel, cerca de R$ 20 mil mensais”, diz Nivaldo.

Uma pesquisa da e-bit mostra que o consumidor aprova a iniciativa. O índice de satisfação na compra on-line é próximo a 86% no país. “Os comerciantes perceberam que vender pela internet é uma possibilidade de ganho, adequaram o site ao cliente e trabalham sério”, diz Pedro Guasti, diretor da consultoria que disponibiliza em sua página a avaliação das lojas virtuais feitas pelos consumidores. Vale uma conferida antes de sair clicando.

Fonte – E-Commerce

Leia Mais