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Confiança E-Commerce

O Índice de Confiança do e-Consumidor atingiu, nos meses de julho e agosto, o índice de 87,29%, o melhor desempenho desde fevereiro de 2009, quando começou a ser divulgado, repetindo o recorde atingido em agosto do ano passado. O faturamento do comércio eletrônico deve fechar 2010 com R$ 15 bilhões, contra R$ 10,8 bilhões, em 2009, e R$ 850 milhões, em 2001.

Criado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico em parceria com a E-bit, o indicador reflete a média de satisfação dos consumidores que fizeram compras em lojas de comércio eletrônico conveniadas com o programa de avaliação da e-bit. Hoje, o Brasil conta com 70 milhões de usuários de Internet, sendo que 43 milhões possuem conta de Internet Banking. Dados de 2009 dão conta ainda de que o País possui 17,2 milhões são e–Consumidores, mas esse número deve crescer para 23 milhões ao final deste ano.

E para reforçar a comodidade e segurança no E-Commerce, a Eletrônica Santana, case de sucesso do Google e um de nossos clientes começa agora a investir em campanhas para a TV.

Leia abaixo a matéria do site Segs (Portal Nacional de Seguros, Saúde, Informática e TI) do dia 13/10/2010:

Fazer compras pela internet já é uma realidade. Há cinco anos, empresas de vários segmentos apostam em e-commerce e investem na busca do consumidor de todas as classes sociais. Pesquisas apontam que 60% dos novos consumidores possuem renda familiar de até R$ 3 mil. Em 2001, os adeptos de compras virtuais tinham renda familiar em torno de R$ 4 mil. Mas com a expansão da internet aos lares e a facilidade de todos em adquirir cartões de crédito, a Classe C passou a representar 30% dos consumidores virtuais.

De olho neste público, e acreditando também que as classes A eB são fortes candidatos a usufruir cada vez mais desta ferramenta, a Eletrônica Santana parte para um novo desafio: investir numa campanha nacional, utilizando como mídia principal a TV. Em um primeiro momento o objetivo principal é mostrar a credibilidade da empresa, que oferece segurança na hora da compra aos clientes. O consumidor ainda se sente inseguro em fazer suas compras via internet com medo de que seus dados de cartão de crédito sejam clonados, que os produtos não sejam entregues ou cheguem danificados. “Quando vamos para TV nacional e colocamos nossa marca estampada, queremos mostrar credibilidade e segurança para os clientes e mercado”, afirma o especialista em e-commerce e diretor comercial da empresa, Rubens Branchini Martins.

Com investimentos de R$ 250 mil, a campanha inclui inserções em TV, criação de hotsite exclusivo da campanha, banners, folders institucionais, email marketing e campanha em buscadores. A campanha foi desenvolvida pela agência Pukis especialista nesta área. O pontapé inicial teve início no dia 28 quando o primeiro anúncio foi ao ar na TV Record News e Rede Bandeirantes. As ações de comunicação são estratégicas para ampliar a visibilidade da marca, conquistar e público e alavancar as vendas em até 70%.

Sobre a Eletrônica Santana

A loja foi inaugurada em 1964, na zona norte de São Paulo, pelo pai de Rubens Branchini Martins, o Sr. Rubens Martins. No início, vendia peças de manutenção para as assistências técnicas, mas começou a mudar nos anos 90, afetada pela abertura das importações. O baixo preço dos novos equipamentos diminuiu a procura por consertos, o que fez diversificar o negócio. Adequando-se à demanda do mercado, passou a trabalhar com equipamentos de telecomunicações, eletrônicos e de segurança. Com o rápido avanço da tecnologia se aprimorou em 2003, com o lançamento da loja virtual. Hoje, comercializa mais de oito mil produtos que vão desde uma pilha até os mais modernos sistemas de telecomunicações, telefonia e segurança.

A Pukis confia em números ainda maiores para o crescimento do E-Commerce Brasileiro acompanhando e estando sempre um passo a frente das grandes tendências mundiais.

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Faturamento do E-Commerce para o Dia das Crianças

Segundo uma projeção do E-bit, consultoria especializada em e-commerce, o Dia das Crianças deverá injetar R$ 585 milhões no comércio eletrônico, crescendo 30% em relação ao mesmo evento no ano passado. Estima-se que o período de maior intensidade para as vendas seja entre 28 de setembro e 11 de outubro, véspera do evento.

Ainda de acordo com a consultoria, o ticket médio do e-commerce para esta data deve ficar perto de R$ 350 – sendo puxado pela forte demanda de computadores, notebooks, videogames e máquinas digitais.

“Hoje em dia, as crianças não escolhem apenas brinquedos. Com a evolução da tecnologia e o maior acesso dos jovens à informação, a escolha cresce por produtos de maior valor agregado”, afirma o diretor de marketing e produtos da e-bit, Alexandre Umberti.

Para evitar problemas na entrega de produtos, a entidade recomenda aos consumidores que não deixem para comprar na última hora.

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Pizzaria americana entra no E-Commerce Brasileiro

A rede norte-americana de pizzarias Domino’s, anunciou que sua filial brasileira pretende abrir uma loja virtual até o final do ano. A operação funcionará basicamente com o mesmo modelo implantado nos EUA. Para alavancar seu negócio, a rede aposta numa parceria com o clube de compras Peixe Urbano, que fará promoções com até 65% de desconto para o Rio de janeiro e São Paulo. Além disso, a Domino’s pretende atingir seu público alvo por meio de mídias sociais.

No mercado americano, a empresa é a quarta maior varejista em seu segmento – tem como sua principal fonte de receita as vendas online – e um quarto de todos os pedidos são feitos pela loja virtual.

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Panorama do Comércio Eletrônico no primeiro semestre de 2010

As vendas pela internet cresceram 40% no primeiro semestre do ano, se comparado ao primeiro semestre de 2009, atingindo R$ 6,7 milhões, segundo informações divulgadas pelo e-bit (empresa especializada em informações sobre comércio eletrônico). O valor médio por compra também aumentou, de R$323,00 para R$379,00, ou seja, 17%. Além do crescimento da economia, este resultados estão interligados a Copa do Mundo, ao exemplo de compra de televisores e artigos esportivos. O diretor geral da e-bit comenta: “A expansão do crédito ao consumidor é muito importante para o crescimento do comércio eletrônico. Nesse semestre tivemos a Copa do Mundo e o fim da redução do IPI, que fizeram os consumidores anteciparem as compras. Mas tem também a confiança dos consumidores em adquirir bens pela Internet.”

De acordo com a pesquisa, 86% dos consumidores brasileiros de comércio eletrônico ficaram satisfeitos com a compra no primeiro semestre. O índice caiu em Maio, quando a rede varejista Carrefour abriu sua loja virtual. As concorrentes provavelmente aumentaram o desconto e não conseguiram dar conta de entregar o produto na data estipulada. Segundo Guasti, e entrega no prazo e o atendimento correto são os dois fatores que mais pesam na hora do consumidor voltar a executar uma segunda compra na loja virtual. Entre os serviços ainda estão o preço e a facilidade do consumidor em navegar no site.

Sobre a resistência a compra, o levantamento diz que entre 14 e 16 de julho, 90% das 5.600 pessoas que visitaram alguma loja no período de uma semana decidiram não comprar nada. Destes 62% disseram ter consultado preço, valor do frete e custo total do produto, além de ter procurado por descontos e promoções. De acordo com a e-bit 86% dos entrevistados disseram que apenas olharam alguns produtos e saíram da loja. Já 7% disseram que começaram a finalizar o processo de compra, mas não concluíram. E 7% colocaram produtos no carrinho, mas não começaram nem a finalizar a compra.

Alexandre Umberti, diretor de marketing da e-bir diz: “Um aspecto fundamental da compra pela Internet é o cumprimento do prazo de entrega. O consumidor só volta a loja se estiver satisfeito com o serviço. A segurança em relação aos dados também é uma barreira que precisa ser vencida pelos consumidores. “

Entre as categorias que mais foram vendidas estão os livros, revistas, eletrodomésticos, saúde, beleza, informática e eletrônicos. A classe média continua comprando pela Internet mas sem crescimento efetivo. De acordo com Umberti, essa categoria responde por um terço das compras, algo como uma ou duas compras por ano. As pessoas de classe alta adquirem produtos com mais freqüência. O principal público são homens, entre 35 e 49 anos, moram na região Sudeste e compram três vezes por semestre na Internet.

Atualmente, o país possui 70 milhões de usuários na Internet, destes 40 milhões utilizam o Internet Banking e 20 milhões o comércio eletrônico. O setor espera crescer 35% em 2010, atingindo o faturamento de 14.3 bilhões em comparação a 2009. O número de pessoas comprando na Internet deve chegar aos 23 milhões, 3 milhões a mais do que no primeiro semestre, sendo que em 2002 eram apenas 2 milhões de pessoas.

Veja o vídeo em que Pedro Guasti fala sobre os números do comércio eletrônico em 2009.

Fonte – O Globo e E-Bit

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Pukis – Farmalife e Drogasmil reformulam E-Commerce

De olho em um mercado ainda pouco explorado pelas farmácias e drogarias, a Farmalife e a Drogasmil investiram em um projeto de renovação de seu e-commerce. Como resultado, as lojas virtuais reinauguradas há três meses vendem hoje seis vezes mais do que antes. Representando 0,9% do faturamento das marcas, a expectativa é de que, em um ano, os canais on-line das bandeiras operadas pelo grupo mexicano Casa Saba sejam responsáveis por uma fatia de 6% a 7% das vendas totais. As redes possuem e-commerce desde 2006, mas o canal não era expressivo. A criação de uma área exclusiva para cuidar da plataforma faz parte da estratégia que visa o aumento das vendas. Com a reformulação do e-commerce, as lojas deixaram de atender apenas os consumidores do Rio de Janeiro e passaram a entregar em todo o país. Um fator importante no processo de reestruturação dos canais foi a inclusão de todo o mix de produtos encontrados nas lojas físicas, levando o e-commerce a ser mais uma alternativa para os consumidores que buscam praticidade.

“Não pretendemos tirar as vendas do call center. O site atende um público que talvez não estivesse acostumado a comprar pelo telefone, além de consumidores que têm o hábito de fazer compras pela internet”, aponta Leonardo Helal Veiga, Coordenador de Marketing da Drogasmil e da Farmalife e responsável pelo projeto de reestruturação do e-commerce das redes, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O relançamento das lojas virtuais no dia 12 de abril foi resultado de um trabalho que começou em dezembro do ano passado e vem ainda acompanhado do investimento em mídia social. Em breve, entrará no ar o Blog da Farmalife, que oferecerá dicas sobre saúde, bem-estar e beleza. A marca também começa a trabalhar o seu perfil no Twitter, que divulgará as novidades do blog, além de promoções exclusivas para a internet.

Oferecer preços competitivos é outro elemento fundamental para o sucesso do e-commerce. Tanto a Drogasmil, quanto a Farmalife fazem ações que dão descontos em produtos específicos em um determinado período. Uma das categorias de destaque neste tipo de estratégia é a de dermocosméticos.

“Fazemos promoções de fim de semana e damos descontos que podem variar de 10% a 15%. Os dermocosméticos sempre têm lançamentos, apresentam novas linhas, por isso é necessário promover liquidações. E quem sai ganhando é o cliente”, conta o executivo das redes.

As ações também focam o calendário comercial para promover as categorias das lojas, como Mundo Infantil, maquiagem e cuidados pessoais. Este mês, por exemplo, na home do site da Farmalife, os internautas encontram sugestões de produtos para presentear cada tipo de pai. São opções para perfis como “atencioso”, “sorridente”, “vaidoso”, “cuidadoso”, “cheiroso” e “protetor”.

“Aproveitamos a visibilidade do site, que é a nossa vitrine, para dar dicas de produtos e trabalhar os temas e as datas comemorativas da melhor maneira possível. É preciso que a loja virtual seja dinâmica e tenha sempre novidades”, explica o Coordenador de Marketing.

A estratégia para divulgar o e-commerce da Drogasmil e da Farmalife também inclui ações de e-mail Marketing para uma base de 70 mil consumidores. O investimento tem se mostrado acertado. Desde abril, as lojas têm apresentado um crescimento de 20% a cada mês.

Mas o pioneirismo entre as farmácias cariocas não garante facilidade para conquistar o mercado. As farmácias e drogarias virtuais estão incluídas na categoria de saúde, beleza e medicamentos, que figura entre as cinco mais vendidas no e-commerce. Segundo dados da e-bit, o segmento tem aproximadamente 12% de participação no total de vendas na internet, o equivalente a cerca de R$ 1,3 bilhão, diante dos R$ 10,6 bilhões faturados em 2009.

Apesar de pertencerem ao mesmo grupo, as bandeiras são diferentes, assim como os consumidores. Enquanto na Farmalife o foco são os dermocosméticos, na Drogasmil, os medicamentos são os mais vendidos. As duas marcas, no entanto, têm um tíquete médio parecido nos pontos-de-venda físicos (cerca de R$ 23,00). Já o comportamento de compra na internet é diferente.

O gasto médio do consumidor virtual da Drogasmil é de R$ 40,00 a cada compra, enquanto na Farmalife esse número sobe para R$ 60,00. Os resultados são explicados a partir da distinção entre os públicos de cada bandeira. De forma geral, a Farmalife atende consumidores AB, enquanto a Drogasmil foca as classes C, D e E. Tais características acabam por influenciar a identidade das lojas. “Tentamos deixar a Farmalife mais clean e a Drogasmil com mais propagandas, por causa da diferença entre os consumidores”, ressalta o executivo.

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Pukis – E-Commerce para o público adolescente

Quando se trata de compras on-line, os usuários adolescentes são uma contradição: A maioria dos adolescentes não têm o seu próprio cartão de crédito, ainda que gostem de fazer compras online. (O que simplesmente prova que eles têm acesso a cartões de seus pais). Cerca de 80 por cento dos adolescentes online na faixa etária de 12 a 17 anos visitam sites de varejo, de acordo com a ComScore. Isso representa uma audiência de 12 a 15 milhões de compradores teen. Por exemplo, a eBay teve 6.400.000 usuários teen em abril de 2006, enquanto a Amazon teve 3.500.000 e a Apple 3.000.000. (No caso da Apple, o iTunes foi seguramente o mais importante.)

Outro paradoxo sobre teens online, ou talvez seja melhor descrito como um mito: Adolescentes não são os usuários super tech-savvy (conhecedor profundo de assuntos tecnológicos) como popularmente se pensa. Segundo a concepção popular, os teens são muito mais hábeis no uso da Internet que os usuários adultos. Temos uma imagem dos adolescentes totalmente ligada a mensagens, dentro do MySpace ou baixando filmes ouvindo seu iPod. Mas estar constantemente conectado não significa que os adolescentes são assistentes de tecnologia, afirma um estudo da Nielsen Norman Group. Embora alguns adolescentes são tech know-it-alls (conhecem tudo sobre tecnologia), diz Hoa Loranger, um dos autores do relatório.

Para esclarecer, os adolescentes são muito mais confortáveis com a tecnologia – não tem medo tanto quanto os adultos.

Mas se algo não funciona para um usuário adolescente, eles tem muito menos paciência, e é por isso que não pode superar muitos obstáculos tecnológicos. Se não funcionar da maneira que eles esperam, simplesmente abandonam o processo. Além disso, as competências de investigação dos adolescentes e de leitura ainda não amadureceram, diz ela.

Devido a esses fatores, os adolescentes completam com êxito as tarefas on-line  (taxa de sucesso de 55 por cento) do que os usuários adultos (66 por cento de sucesso), com base no estudo da Nielsen.

No entanto, por mais difícil que seja para atingir esses consumidores volúveis, que representam um mercado potencialmente lucrativo. Um estudo do Pew no final de 2004 estimou o total de audiência online teen com idade entre 12 a 17 anos, em 21 milhões de euros. Esta primeira geração de usuários tem crescido desde a infância na era da Internet e será certamente consumidores online ativos nos próximos anos.

Como os pesquisadores acompanharam o uso da Web teen, eles descobriram um enigma: Os adolescentes são atraídos por sites com um olhar de vanguarda, mas eles têm dificuldade com um projeto complexo.

“A sensação visual e design visual é muito importante para eles. As primeiras impressões são muito importantes”, diz Loranger. “Eles gostam de gráficos e prestam a atenção para a experiência visual mais do que os adultos.”

Movimentos é bom, mas em demasiado ocupado espaço ou fica complexo e isso é ruim. “Se o site está gritando por sua atenção e tudo é dinâmico e em movimento, é um grande turn-off para os adolescentes”, diz Loranger.

Assim, o desafio primário do Web design para os adolescentes é dar um design muito fácil de usar e um visual muito contemporâneo. “Quando um design é moderno o visual é importante, você precisa de equilíbrio com a interação simples, porque eles não vão gastar o tempo para descobrir isso”, diz ela.

Principais Regras

Mostrar Preço

Para os consumidores adolescentes, é fundamental mostrar o preço com a primeira menção do produto. Isso é mais importante para os adolescentes do que para os adultos.

O motivo: “Os adolescentes estão muito conscientes dos preços – e não têm muito dinheiro. De fato, no estudo da Nielsen, “Um número esmagador de crianças foi direto para a seção de vendas.”

Permitir Ordenar por Preferência

Mais uma vez, por causa do orçamento dos adolescentes ser limitado, é uma boa idéia permitir que usuários classifiquem os produtos por uma variedade de fatores – pela cor e tamanho, e definitivamente pelo preço. “Os adolescentes em especial, frequentemente usam o preço como um fator de classificação”, diz o estudo.

Ofertas e listas de desejos

Oferecer uma lista de pedidos on-line é uma ferramenta eficaz de vendas para os adolescentes. Embora muitos adolescentes não tenham um cartão de crédito, enviar uma lista de desejos lhes permite direcionar para outros usuários (como os pais ou amigos) os presentes que eles querem. Além disso, os clientes mais jovens em sites com listas de desejos é legal porque mostra que o site respeita-os como clientes – e isso é especialmente importante para os compradores teen.

Não necessitar de registro

Solicitar um registro prévio de compra tem um efeito negativo em ambos os adultos e os clientes teen, mas é especialmente ruim para os adolescentes. Sua paciência limitada significa que preencher um formulário desestimula vendas. Além disso, os adolescentes muitas vezes são advertidos pelos pais a não fornecer seus dados pessoais online.

Rápido Checkout

O processo de check-out do seu site deve ser o mais curto e fácil possível. Uma vez que muitos adolescentes têm uma experiência limitada com a saída, respondendo a perguntas sobre faturamento e endereço de entrega ou de encontrar o código de um cartão de crédito em matéria de segurança de três dígitos pode ser demorado. Adicionando toda a complexidade dessa experiência nova pode resultar em abandono.

Exemplos de Shopping

Não surpreendentemente, os pesquisadores encontraram uma correlação de sucesso nos usuários teen em um site que seja fácil de realizar tarefas e seu nível de satisfação com o ele.”Se eles foram capazes de concluir suas tarefas sem muitos problemas, sua avaliação de satisfação com este site era muito maior.”

Exemplos de sites de compras que os adolescentes consideraram altamente positivos, tanto no design quanto na facilidade de uso: CCS.com, Dreamhorse, Lacie, LadyEnyce, PacSun e Wetseal.

Outros sites que no estudo os adolescentes consideraram favoritos: Rolling Stone , Lyrics.com , GameFAQs, Real.com, ALDaily, Optus e (é claro) MySpace.

Siga seu público-alvo, não fique de fora das tendências, consulte sempre um profissional.

Fonte – ekom.

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Pukis – 28% das Empresas paulistanas apostam em Publicidade On-line

Pukis – 28% das empresas paulistanas apostam em publicidade on-line

Pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e concluída em janeiro de 2010 mostra que quase 30% das companhias paulistanas declaram fazer algum tipo de divulgação ou propaganda online. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas.

“É interessante perceber que o comércio atacadista utiliza mais publicidade on-line do que os outros setores”, pontua Sandra Turchi, superintendente de Marketing da ACSP. As ações de propaganda online mais utilizadas pelas PMEs paulistanas são, respectivamente, links patrocinados em sites de buscas, banners eletrônicos e e-mail marketing.

Segundo Sandra, hoje em dia, o internauta recorre aos buscadores – principalmente o Google – para pesquisar sobre praticamente tudo o que deseja. “Utilizando links patrocinados, o empresário garante que seus produtos e serviços estejam no topo da página quando alguma palavra-chave for relacionada àquela busca”, aponta Sandra. “Figurar no topo das páginas de busca é fundamental para criar visibilidade e fixar a marca, uma vez que os internautas não costumam navegar além da segunda página”, ressalta a especialista.

“Além disso, há algumas empresas (8%) que já se preocupam em cadastrar palavras-chave para aparecerem nas buscas orgânicas, ou seja, não apenas nos links patrocinados, pois as buscas orgânicas normalmente geram mais credibilidade para quem está pesquisando algo”, explica Sandra.

“Os banners eletrônicos continuam sendo ferramentas versáteis e práticas para divulgação, bem como o e-mail marketing. Entretanto, esse último atualmente enfrenta uma ‘crise de credibilidade’ devido ao crescente e deliberado envio de spams. É importante sempre trabalhar com bases de emails autorizados pelos usuários, ou seja, bases com opt-in”, alerta Sandra.

As peças e estratégias de publicidade on-line costumam ser elaboradas dentro das próprias empresas, segundo a pesquisa. “Normalmente, o tempo e o investimento que as PMEs disponibilizam para ações de comunicação são bem restritos. Realizando as ações internamente, no ponto de vista das empresas, eles otimizam custos e economizam tempo, pois acompanham o trabalho diretamente”, argumenta Sandra. “O mesmo vale para o monitoramento de resultados dos anúncios online, que também costuma ser feito com mais freqüência dentro das empresas e diariamente. O ponto negativo disso fica por conta da apuração, que muitas vezes não costuma ser feita de forma adequada pelo fato de muitas vezes a equipe interna não apresentar conhecimentos técnicos específicos do assunto”, acrescenta a especialista.

Fonte – SSB – Agência IN

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Giuliana Flores muda sua loja virtual e aposta na web 2.0

Comemorando 10 anos na Internet, a Giuliana Flores, líder no comércio de flores, arranjos e presentes pela Internet, inaugura o novo portal de sua loja virtual, que está totalmente repaginado e apoiado no conceito de web 2.0, onde traz funcionalidades e serviços ao consumidor que está integrado a redes sociais (Twitter, Orkut e Facebook). O layout está mais dinâmico e clean, acompanhado as tendências da interatividade. O projeto foi iniciado há nove meses pela agência F.biz. Um dos diferenciais do portal é o tamanho, que foi expandido para 1024X768, porem, com possibilidade de configuração da tela. Os vídeos on-line são um ponto alto, dos quais o consumidor tem acesso a uma apresentação mais interativa sobre os itens da loja virtual.

Ótica Voluntários

De acordo com Juliano Souza, gerente de marketing da Giuliana Flores, o novo portal faz parte de uma estratégia maior da loja virtual, com investimentos constantes na melhoria do atendimento, com foco total na fidelização e praticidade ao e-consumidor. “O cliente de uma loja virtual precisa ter a sensação de estar comprando fisicamente, como se estivesse com o produto em mãos. A proposta do novo site é, justamente, levar o máximo de informações e detalhes para que ele sinta segurança na hora da compra”, diz.
A loja on-line da Giuliana Flores também adotou a tecnologia para análise de vulnerabilidades, por meio do Selo Site Blindado, que audita a segurança da informação do portal, bem como protege os internautas contra fraudes na hora da compra.
E aproveitando a nova mudança da loja virtual, a Giuliana Flores está investindo em ações de marketing para o próximo dia 20 de Julho, o Dia do Amigo. A data é recente no calendário brasileiro, porém passou a despertar interesse do comércio virtual. Acompanhando a tendência, a Giuliana Flores criou kits especiais que combinam doces, bebidas e até cosméticos com seus arranjos florais. A ação envolve grandes marcas como Ofner, Amor aos Pedaços, Havanna, Kopenhagen, Climão, Guiness, Chandon e Salton. São mais de 60 kits criados especialmente para a data.
Isso mostra o poder da Internet no comércio e de como podemos criar vantagens e diferenciais para se destacar ao meio de tantas empresas presentes no mercado.

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Louis Vuitton compra a brasileira Sack's

A loja virtual de cosméticos e perfumes Sack’s, líder do País no segmento, vendeu participação de 70% para o conglomerado francês de marcas de luxo LVMH (Moët Hennessy Louis Vuitton) por valor entre R$ 200 milhões e R$ 350 milhões, segundo estimativas do mercado. Os sócios Carlos André Montenegro, Marcelo Franco e Albatroz Participações ficam com fatia de 30%.
O crescimento do mercado premium, especialmente de itens ligados à beleza, tem chamado atenção de companhias estrangeiras. Apenas a loja virtual tem acumulado crescimento de três dígitos nos últimos meses.

Louis Vuitton e Sacks

As negociações, que começaram no início do ano, ocorreram por meio da rede multimarcas Sephora, controlada pelo LVMH, que planeja a médio prazo estabelecer a primeira operação da marca na América Latina, tendo como primeiro alvo o mercado brasileiro.

De acordo com Montenegro, CEO e o presidente do conselho da empresa, a francesa Sephora abrirá as primeiras lojas em até um ano e meio, inclusive, alguns pontos estão sendo negociados com shopping centers.

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