Confiança E-Commerce
O Índice de Confiança do e-Consumidor atingiu, nos meses de julho e agosto, o índice de 87,29%, o melhor desempenho desde fevereiro de 2009, quando começou a ser divulgado, repetindo o recorde atingido em agosto do ano passado. O faturamento do comércio eletrônico deve fechar 2010 com R$ 15 bilhões, contra R$ 10,8 bilhões, em 2009, e R$ 850 milhões, em 2001.

Criado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico em parceria com a E-bit, o indicador reflete a média de satisfação dos consumidores que fizeram compras em lojas de comércio eletrônico conveniadas com o programa de avaliação da e-bit. Hoje, o Brasil conta com 70 milhões de usuários de Internet, sendo que 43 milhões possuem conta de Internet Banking. Dados de 2009 dão conta ainda de que o País possui 17,2 milhões são e–Consumidores, mas esse número deve crescer para 23 milhões ao final deste ano.
E para reforçar a comodidade e segurança no E-Commerce, a Eletrônica Santana, case de sucesso do Google e um de nossos clientes começa agora a investir em campanhas para a TV.
Leia abaixo a matéria do site Segs (Portal Nacional de Seguros, Saúde, Informática e TI) do dia 13/10/2010:
Fazer compras pela internet já é uma realidade. Há cinco anos, empresas de vários segmentos apostam em e-commerce e investem na busca do consumidor de todas as classes sociais. Pesquisas apontam que 60% dos novos consumidores possuem renda familiar de até R$ 3 mil. Em 2001, os adeptos de compras virtuais tinham renda familiar em torno de R$ 4 mil. Mas com a expansão da internet aos lares e a facilidade de todos em adquirir cartões de crédito, a Classe C passou a representar 30% dos consumidores virtuais.
De olho neste público, e acreditando também que as classes A eB são fortes candidatos a usufruir cada vez mais desta ferramenta, a Eletrônica Santana parte para um novo desafio: investir numa campanha nacional, utilizando como mídia principal a TV. Em um primeiro momento o objetivo principal é mostrar a credibilidade da empresa, que oferece segurança na hora da compra aos clientes. O consumidor ainda se sente inseguro em fazer suas compras via internet com medo de que seus dados de cartão de crédito sejam clonados, que os produtos não sejam entregues ou cheguem danificados. “Quando vamos para TV nacional e colocamos nossa marca estampada, queremos mostrar credibilidade e segurança para os clientes e mercado”, afirma o especialista em e-commerce e diretor comercial da empresa, Rubens Branchini Martins.
Com investimentos de R$ 250 mil, a campanha inclui inserções em TV, criação de hotsite exclusivo da campanha, banners, folders institucionais, email marketing e campanha em buscadores. A campanha foi desenvolvida pela agência Pukis especialista nesta área. O pontapé inicial teve início no dia 28 quando o primeiro anúncio foi ao ar na TV Record News e Rede Bandeirantes. As ações de comunicação são estratégicas para ampliar a visibilidade da marca, conquistar e público e alavancar as vendas em até 70%.
Sobre a Eletrônica Santana
A loja foi inaugurada em 1964, na zona norte de São Paulo, pelo pai de Rubens Branchini Martins, o Sr. Rubens Martins. No início, vendia peças de manutenção para as assistências técnicas, mas começou a mudar nos anos 90, afetada pela abertura das importações. O baixo preço dos novos equipamentos diminuiu a procura por consertos, o que fez diversificar o negócio. Adequando-se à demanda do mercado, passou a trabalhar com equipamentos de telecomunicações, eletrônicos e de segurança. Com o rápido avanço da tecnologia se aprimorou em 2003, com o lançamento da loja virtual. Hoje, comercializa mais de oito mil produtos que vão desde uma pilha até os mais modernos sistemas de telecomunicações, telefonia e segurança.
A Pukis confia em números ainda maiores para o crescimento do E-Commerce Brasileiro acompanhando e estando sempre um passo a frente das grandes tendências mundiais.
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As vendas pela internet cresceram 40% no primeiro semestre do ano, se comparado ao primeiro semestre de 2009, atingindo R$ 6,7 milhões, segundo informações divulgadas pelo e-bit (empresa especializada em informações sobre comércio eletrônico). O valor médio por compra também aumentou, de R$323,00 para R$379,00, ou seja, 17%. Além do crescimento da economia, este resultados estão interligados a Copa do Mundo, ao exemplo de compra de televisores e artigos esportivos. O diretor geral da e-bit comenta: “A expansão do crédito ao consumidor é muito importante para o crescimento do comércio eletrônico. Nesse semestre tivemos a Copa do Mundo e o fim da redução do IPI, que fizeram os consumidores anteciparem as compras. Mas tem também a confiança dos consumidores em adquirir bens pela Internet.”
De olho em um mercado ainda pouco explorado pelas farmácias e drogarias, a Farmalife e a Drogasmil investiram em um projeto de renovação de seu e-commerce. Como resultado, as lojas virtuais reinauguradas há três meses vendem hoje seis vezes mais do que antes. Representando 0,9% do faturamento das marcas, a expectativa é de que, em um ano, os canais on-line das bandeiras operadas pelo grupo mexicano Casa Saba sejam responsáveis por uma fatia de 6% a 7% das vendas totais. As redes possuem e-commerce desde 2006, mas o canal não era expressivo. A criação de uma área exclusiva para cuidar da plataforma faz parte da estratégia que visa o aumento das vendas. Com a reformulação do e-commerce, as lojas deixaram de atender apenas os consumidores do Rio de Janeiro e passaram a entregar em todo o país. Um fator importante no processo de reestruturação dos canais foi a inclusão de todo o mix de produtos encontrados nas lojas físicas, levando o e-commerce a ser mais uma alternativa para os consumidores que buscam praticidade.
Quando se trata de compras on-line, os usuários adolescentes são uma contradição: A maioria dos adolescentes não têm o seu próprio cartão de crédito, ainda que gostem de fazer compras online. (O que simplesmente prova que eles têm acesso a cartões de seus pais). Cerca de 80 por cento dos adolescentes online na faixa etária de 12 a 17 anos visitam sites de varejo, de acordo com a ComScore. Isso representa uma audiência de 12 a 15 milhões de compradores teen. Por exemplo, a eBay teve 6.400.000 usuários teen em abril de 2006, enquanto a Amazon teve 3.500.000 e a Apple 3.000.000. (No caso da Apple, o iTunes foi seguramente o mais importante.)

